Como pensamentos, traumas e sentimentos podem levar a doenças

Você já soube de algum caso peculiar em que um dos companheiros do casal vem a óbito pouco tempo depois de o outro cônjuge falecer? E de alguma pessoa que desenvolveu um câncer ou uma doença crônica algum tempo depois de ter vivenciado um trauma ou uma grande perda?

Sim, registros traumáticos podem “desequilibrar” o organismo, pois este fato pode desencadear uma hiperativação da região cerebral responsável pela sensação de sobrevivência chamada amígdala cerebral. Essa região desencadeia uma informação que vai, em última análise, informar para que o organismo trabalhe em estado de “alerta”, desencadeando um desequilíbrio no sistema nervoso autônomo como adaptação, com predomínio do sistema nervoso autônomo simpático (mediador de inúmeras doenças crônicas). Sim, há tratamentos que atuam neste desequilíbrio do sistema nervoso.

E você já parou para pensar por que só um joelho dói se os dois têm a mesma idade e teoricamente o mesmo desgaste?

E por que, de dois irmãos que passam pelo mesmo problema familiar, só um deles vai adoecer por conta daquele motivo algum tempo depois? Simplesmente porque existe algo muito individual chamado “suscetibilidade”… Exemplo: enquanto um sofre por culpa, outro já sofre por perdas ou decepções e assim por diante.

Segundo uma técnica muito consagrada na França, a microfisioterapia, a maioria dos registros emocionais fica “marcada” no nosso inconsciente e também muitas vezes acaba “fragilizando” órgãos do nosso corpo e isso predispõe a lesões e mau funcionamento de órgãos. Quando, através dessa técnica, que utiliza a micropalpação, identifica-se a causa emocional da fragilidade e apresenta-se essa informação ao organismo, este tende a eliminá-la e, com ela, a fragilidade e o sintoma associado.

Já alguns outros sintomas podem ser corrigidos através da técnica que utiliza a semelhança como ferramenta de diagnóstico e tratamento para estabelecer correlações entre os sintomas do indivíduo e sintomas advindos de substâncias da natureza. A cura pela semelhança é um dos pilares da homeopatia. O remédio homeopático pode chegar a minimizar sintomas físicos e mentais chamados de “raros, estranhos e peculiares”, não catalogados em nenhum outro lugar, exceto na matéria médica homeopática. Um dos objetivos da homeopatia é, além de reduzir a suscetibilidade individual aos problemas, auxiliar o indivíduo a enxergar o próprio sofrimento e ressignificá-lo de tal forma que aquilo passe a não afetar mais a sua saúde.

Por fim, porém não menos importantes, existem desequilíbrios dos pensamentos e sentimentos que podem ser gerados por desequilíbrios hormonais. Neste caso, é mandatório que deficiências hormonais sejam corrigidas após confirmadas em exames laboratoriais.

A abordagem integrativa na Medicina visa tornar o paciente um parceiro importante no processo de tratamento e valoriza o modelo mental como um importante pilar gerador de doenças crônicas e agudas.

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